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Publicado: 21/10/2026 21:31h

Serras oscilantes e a evolução das ferramentas de corte para aplicações mais versáteis

Serras oscilantes e a evolução das ferramentas de corte para aplicações mais versáteis

Starrett comenta um mercado que cresce impulsionado pela busca por produtividade, precisão e soluções para diferentes aplicações

A evolução das ferramentas de corte acompanha mudanças importantes no universo de segmentos como construção, manutenção, instalação, reforma e acabamento. A Starrett, uma das maiores fabricantes globais de serras e instrumentos de medição, acompanha esse movimento e reúne soluções para diferentes necessidades. Segundo a companhia, à medida que os projetos se especializam e os profissionais passam a lidar com serviços mais específicos, cresce também a demanda por equipamentos capazes de executar cortes com precisão, agilidade e menor impacto sobre o ambiente de trabalho.

Um exemplo dessa transformação são as máquinas multifuncionais oscilantes, tecnologia já utilizada em mercados como Europa e Estados Unidos e que começa a ganhar espaço no Brasil. O equipamento permite alternar diferentes acessórios para cortar, raspar e lixar materiais, ampliando as possibilidades de uso em intervenções que exigem precisão e acesso a espaços reduzidos.

A mudança dialoga com o crescimento do mercado global de ferramentas de corte, que deve alcançar US$ 13,2 bilhões em 2028, com crescimento anual composto de 5,72%.

“O profissional está ficando cada vez mais especializado e, para entregar um resultado melhor, precisa de ferramentas adaptadas para a sua atividade. Ao mesmo tempo, ele precisa ganhar tempo, porque muitos trabalham por hora ou por serviço concluído. Uma ferramenta que faça o trabalho mais rápido e reduza etapas posteriores contribui diretamente para esse rendimento”, afirma Aurelio Soares, Gerente de Produtos e Assistência Técnica na Starrett Brasil.

As serras oscilantes, por sua vez, respondem a uma parte dessas necessidades pela possibilidade de realizar diferentes trabalhos com uma mesma máquina. Em uma obra, por exemplo, a ferramenta pode ser utilizada para cortar um tubo de alumínio, fazer ajustes em madeira ou plástico, retirar resíduos e acabamentos e alcançar pontos em que equipamentos maiores apresentam limitações. A possibilidade de trocar o acessório de acordo com a aplicação amplia a versatilidade do equipamento.

Outro aspecto está relacionado ao controle da operação. Segundo Soares, o movimento oscilante pode ser vantajoso em situações nas quais a geração de sujeira precisa ser reduzida, especialmente em ambientes já prontos ou em etapas de acabamento.

“Em uma obra pronta, na qual você quer diminuir o impacto da intervenção, a ferramenta oscilante trabalha muito bem. Ela consegue fazer um corte eficiente com um nível de sujeira mais controlado”, explica.

A versatilidade também atende à necessidade de trabalhar em locais de difícil acesso. Ajustes em batentes, recortes em madeira e intervenções em drywall, podem exigir uma ferramenta de dimensões menores e com maior controle sobre o movimento. A Starrett mantém uma linha de lâminas para máquinas multifuncionais com diferentes formatos e aplicações, incluindo modelos para madeira, metal, drywall, revestimentos e remoção de materiais.

As lâminas de diamante e grãos de metal duro para essas máquinas são indispensáveis na construção e reforma, pois realizam cortes por abrasão que preservam materiais rígidos e delicados, como porcelanatos e cerâmicas, sem trincar ou lascar suas bordas. Devido ao formato anatômico do acessório e ao movimento oscilante da ferramenta, elas permitem a remoção cirúrgica de rejuntes antigos e o acesso a cantos estreitos de 90° onde máquinas tradicionais não alcançam, aliando alta durabilidade à eliminação de desperdícios na obra.

A escolha da lâmina, porém, precisa acompanhar o material e a finalidade do corte. Entre as opções estão lâminas bimetálicas, indicadas para situações em que o corte pode envolver madeira e metal, como uma peça de madeira que contenha pregos ou outros elementos metálicos.

A especificação correta, segundo Soares, evita desgaste prematuro e contribui para preservar o desempenho durante a atividade.

“É importante saber o que será cortado e escolher a lâmina de acordo com essa aplicação. O profissional deve observar as orientações do fabricante, as tabelas de aplicação e, quando houver dúvida, buscar suporte técnico. A ferramenta correta faz diferença na execução e na vida útil do produto”, destaca.

A evolução das máquinas de corte passa ainda pela alimentação por bateria. A tecnologia elimina a necessidade de extensões em trabalhos realizados em diferentes pontos de uma obra e facilita intervenções em locais elevados ou afastados de tomadas.

Para Soares, a chamada “baterização” deve continuar avançando à medida que os dispositivos ganham mais autonomia enquanto as ferramentas também incorporam novas funções.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Starrett
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