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Publicado 22/04/2020

Vale se compromete em investir R$ 500 milhões no combate ao novo coronavírus no Brasil

Vale se compromete em investir R$ 500 milhões no combate ao novo coronavírus no Brasil

Até o momento, a empresa desembolsou R$ 314,8 milhões em kits de teste rápido, EPIs e outras ações humanitárias em vários estados

A Vale se comprometeu em investir R$ 500 milhões em ajuda humanitária para o combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil.  Até o momento, R$ 314,8 milhões desse total já foram destinados. A empresa comprou na China mais de 600 toneladas de insumos – kits de teste rápido e equipamentos de proteção individual (EPIs) – para apoiar o governo federal e os estados onde a empresa mantém operações (MG, PA, MA, ES, MS e RJ) no combate à disseminação do novo coronavírus (Sars-CoV-2). O primeiro lote chegou no fim de março e o último será entregue em maio.

Esta ajuda emergencial, que representou um investimento de R$ 223,3 milhões, segue rigorosamente a orientação das autoridades de saúde. A carga, equivalente ao peso médio de 600 automóveis está sendo trazida em 15 aviões - 13 cargueiros e 2 de carreira. O quinto voo chegou neste sábado (19) e o restante está previsto para ser entregue até o fim de maio. A Vale tem realizado ainda outras ações humanitárias que somam R$ 91,5 milhões.  Até o momento, foram investidos R$ 314,8 milhões.

Para o governo federal, estão sendo doados 5 milhões de kits de testes rápidos e 15,8 milhões de EPIs. A empresa também repassará para os seis estados onde atua quase 14,5 milhões de insumos, entre kits e EPIs. Soma-se à carga outros 5 milhões de kits, adquiridas por bancos brasileiros com a ajuda logística da Vale na China, país com o qual mantém uma parceria de quase 50 anos.

Para trazer toda a carga, de mais de 600 toneladas, a Vale mobilizou empregados e terceiros no Brasil e na China.

 "Através de um inimigo comum, as forças do bem se aproximam e trabalham juntas. Cada um usando a sua capacidade, usando a sua fortaleza. Assim como a gente tem uma fortaleza logística, o Ministério da Saúde tem o conhecimento de onde atuar. Acho que essas coisas mostraram para a gente que a sociedade está amadurecendo, está ficando mais humana", disse o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

 MAIS DO QUE INSUMOS

As ações humanitárias, porém, não se limitam à aquisição de insumos no exterior. A empresa tem ajudado na construção de hospitais de campanha; reformas de hospitais; compras de equipamentos, como ventiladores, camas hospitalares e monitores; doação de materiais de limpeza, incluindo 100 toneladas de álcool gel. Para garantir o isolamento social de povos indígenas e comunidades tradicionais com as quais tem interface, a empresa vai construir centros de quarentena, com todo o apoio logístico necessário.

Em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e a Rede Mater Dei de Saúde, a Vale lançou um edital de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões ao câmbio médio do dólar do mês de março) para apoiar soluções inovadores com o objetivo de reduzir impactos da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

Outros R$ 2 milhões foram destinados ao Instituto Estadual do Cérebro para compras de equipamentos. O instituto, com o qual a Vale mantém uma parceria de 10 anos, passou a ser referência no Rio de Janeiro para a internação e tratamento da doença.

Abaixo, seguem as principais ações humanitárias já realizadas pela Vale no combate à Covid-19:

- Ações de apoio ao governo federal – R$ 213,8 milhões

- 5 milhões de kits de testes rápidos para detecção do vírus;

- 15,8 milhões de EPIs (2,54 milhões de máscaras N95; 10,8 milhões de máscaras cirúrgicas; 216 mil luvas; 2,24 milhões de aventais e 4,5 mil óculos de proteção).

- Ações de apoio aos estados – R$ 93,7 milhões

- 14,5 milhões de insumos, entre kits de teste e EPIs para os seis estados onde a empresa atua (MA, PA, RJ, MS, ES e MG);

- Construção de dois hospitais de campanha em Parauapebas (PA) e na cidade do Rio de Janeiro;

- Reforma de três hospitais: dois em Minas Gerais (Itabira e Belo Horizonte) e um no Pará (Parauapebas);

- Doação de R$ 2 milhões ao Instituto Estadual do Cérebro para compra de equipamentos de monitorização cerebral, ultrassom e robôs de monitoramento, entre outros itens hospitalares. O instituto, com o qual a Vale mantém uma parceria de 10 anos, passou a ser referência no Rio de Janeiro para a internação e tratamento da doença;

- Compra de 390 equipamentos hospitalares (ventiladores mecânicos, camas e monitores) para quatro hospitais no PA;

- Doação de 81 mil itens de materiais de limpeza, além de 100 toneladas de álcool gel e kits de higiene pessoal para 14 presídios de 13 cidades mineiras;

- Doação de 5 contêineres com ar condicionado e maca para Santa Casa de Saúde de Ouro Preto (MG), que serão utilizados como local de primeiro acolhimento para casos suspeitos do novo coronavírus;

- Fornecimento de três ambulâncias para a prefeitura de Mariana. Os veículos são equipados com Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e duas delas possuem respiradores;
Aquisição de insumos médicos hospitalares para o Hospital Universitário do Maranhão (São Luís), onde a Fundação Vale atua com dois projetos: UTI Neonatal e Banco de Leite Humano;

- Antecipação da doação de cinco novas viaturas de salvamento e combate a incêndio ao Corpo de Bombeiros do Maranhão. As viaturas darão apoio no combate ao COVID 19 na assepsia de logradouros públicos;

- Doação de duas válvulas solenóide para a realização de protótipo em respiradores, em São Luís;

No Espírito Santo, a Vale se uniu ao SENAI e a outras indústrias se uniram para realizar a manutenção de respiradores mecânicos que estão sem uso, a fim de ajudar no tratamento de pacientes com Covid-19.

- Ações de apoio a indígenas e quilombolas – R$ 2,3 milhões

- Construção 15 Unidades de Quarentena em MG e ES para atendimento das etnias Tupiniquim, Guarani, Krenak e Pataxó que possuem relação com a Vale, além dos demais povos indígenas residentes nesses estados;

- Construção Centro de Quarentena para indígenas Awá, Guajajara e Ka’apor, Profissionais da Saúde Indígena e Funai em Santa Inês/MA (Em elaboração de Termo de Cooperação Técnico com o Jurídico e alinhamento com suprimentos);

- Apoio emergencial e pontual de hospedagem (14 diárias) para duas famílias Awá (5 indígenas);

- Doação de kits de limpeza para 475 famílias quilombolas, maricultores e pescadores Aartesanais da Baía de Sepetiba (RJ);

- Doação de kits de limpeza para 10 mil famílias indígenas em MG, MA, ES, PA.

- Outras ações – R$ 5 milhões

A Vale, em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e a Rede Mater Dei de Saúde, lançou o edital “Vale COVID-19 Desafio” para apoiar soluções que reduzam os impactos da Covid-19, com foco nas áreas de prevenção e rastreamento de risco, triagem e diagnóstico, monitoramento e acompanhamento de pacientes, e cuidados intensivos. O apoio será feito por meio de aportes financeiros ou conectando parceiros para que essas soluções possam ser colocadas em prática em até 15 dias, com investimento máximo de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5 milhões ao câmbio médio do mês de março). Foram recebidas pouco mais de 1,4 mil propostas. O resultado do desafio sairá no próximo dia 24;
Ajuda de R$ 1 bilhão a fornecedores

No fim de março, a mineração foi declarada como serviço essencial pelo Ministério de Minas e Energia e, por conta disso, a Vale mantém as  suas atividades. Para garantir a saúde financeira de seus fornecedores, a empresa anunciou um pacote de quase R$ 1 bilhão, que vai beneficiar aproximadamente 3 mil fornecedores em todo o país.

A empresa vem tomando uma série de ações para garantir a saúde de empregados e terceiros, entre as quais a adoção de home office para aqueles elegíveis à função; o afastamento de trabalhadores acima de 60 anos ou com doenças pré-existentes, que foram orientados a firmar em casa; e a instalação de 81 câmaras térmicas nas portarias operacionais para medir a temperatura de empregados e terceiros, entre outras medidas. Todas as medidas tomadas pela Vale seguem os protocolos de saúde e segurança estabelecidos pelas autoridades de saúde em relação à pandemia do novo coronavírus.



Fonte: Vale