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Publicado 20/04/2020

Equidade de gênero: Vale e Fundação Vale apoiam guia com dados e ações construtivas para mudança de paradigma na mineração

Equidade de gênero: Vale e Fundação Vale apoiam guia com dados e ações construtivas para mudança de paradigma na mineração

A Vale e a Fundação Vale são parceiras do guia Plano de Ação para o Avanço das Mulheres na Indústria de Mineração Brasileira, desenvolvido pelo IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração). O objetivo do documento é ser uma ferramenta para que as mineradoras, fornecedores e organizações deste setor aumentem a participação das mulheres e criem um ambiente inclusivo. No material é possível encontrar dados da indústria, pesquisas e estratégias de algumas mineradoras para fomentar boas práticas e alcançar a equidade de gênero.

O setor de mineração está entre as indústrias com a menor representação das mulheres na força de trabalho. “Construir uma cultura de inclusão e valorização da diversidade é um imperativo ético e imprescindível para uma empresa sustentável. Acreditamos que este guia é uma ferramenta relevante para compartilhar boas práticas e aumentar a visibilidade das iniciativas que as mineradoras já estão implementando em busca de uma indústria mais diversa e inclusiva.”, explicou a gerente de Cultura, Engajamento, Diversidade e Inclusão da Vale, Tatiana Matos. A empresa tem a meta de dobrar a força de trabalho feminina até 2030, passando de 13% de seus empregados para 26%.

A referência principal para a construção deste documento foi o Plano de Ação Nacional, desenvolvido e publicado em 2016 pela Women in Mining Canada. A divulgação do plano brasileiro iniciou em abril. confira abaixo o plano e o evento online de lançamento.




Fundação Vale e a inclusão da mulher

A Fundação Vale apoia e fortalece o protagonismo feminino ao desenvolver iniciativas voltadas à inclusão socioeconômica de mulheres.

Um exemplo é o Rede Mulheres do Maranhão. A iniciativa reúne 14 empreendimentos, em sua maioria formados por mulheres, e 4 núcleos de quebradeiras de coco em 8 municípios do estado do Maranhão. Além de gerar o empoderamento feminino, o associativismo em rede permite melhores condições de compra e venda de produtos e insumos e, ainda, o acesso a mercados consumidores de maneira coletiva entre os grupos.

Conheça abaixo algumas informações importantes:

Desigualdade econômica entre gêneros

De acordo com relatório de 2019, do Fórum Econômico Global (WEF), a média global para eliminar a desigualdade econômica entre os gêneros é de 99,5 anos, e o Brasil está na 92ª posição, num ranking de 153 países.

O Canadá, país que está auxiliando na construção desse guia, com sua política de investimento na inclusão de gênero e na redução dessa lacuna, se encontra na 19ª posição.









Fonte: Comunicação Vale