Notícias - Samarco

Publicado 05/03/2018

Produtores rurais com propriedades ao longo do Rio Doce poderão receber pagamento por serviços ambientais

Produtores rurais com propriedades ao longo do Rio Doce poderão receber pagamento por serviços ambientais

O PSA é uma das ferramentas escolhidas pela Fundação Renova para apoiar e estimular projetos de recuperação ambiental de áreas no meio rural

Ao bonificar financeiramente os proprietários rurais que preservam o ecossistema de suas propriedades, o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) dá um impulso para a mudança de cultura extrativista para a preservacionista no ambiente rural. Essa é uma das ferramentas de preservação e recuperação ambiental que mais cresce no Brasil e foi escolhida pela Fundação Renova para apoiar e estimular projetos de reparação de áreas no meio rural ao longo da Bacia do Rio Doce. O objetivo do programa é recuperar, em 10 anos, 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de recarga hídrica e cinco mil nascentes ao longo da Bacia do Rio Doce.

A Fundação acredita que o Pagamento por Serviços Ambientais pode mudar a motivação do produtor ao mostrar que, quando ele preserva uma mata, por exemplo, está contribuindo para a fixação de carbono e para a proteção do solo e das águas – e ainda pode ganhar uma gratificação em dinheiro por isso.

O programa pretende, principalmente, aumentar a infiltração de água no solo e diminuição de processos erosivos. Isso será possível por meio de medidas como o plantio, a regeneração natural, com ou sem plantio de espécies nativas, a implementação de sistemas agroflorestais e a implementação de projetos de conservação do solo e água em áreas produtivas, como lavouras e pastagens, em regiões de nascentes que tenham uma ligação direta com as Áreas de Preservação Permanente (APPs).

As inscrições para o programa estarão abertas entre os dias 25 de maio e 25 de julho, mas o edital já pode ser acessado pel0 site da Fundação Renova. Há, também, um formulário para que o proprietário possa tirar suas dúvidas.



Fonte: Fundação Renova