Notícias - Samarco

Publicado 09/08/2019

Crianças de Tumiritinga participam de coleta e monitoramento da água do Rio Doce

Crianças de Tumiritinga participam de coleta e monitoramento da água do Rio Doce

Alunos de uma escola local viram de perto como funciona o trabalho do Programa de Monitoramento Quali-Quantitativo Sistemático de Água (PMQQS)

Em Tumiritinga, Minas Gerais, crianças da Escola Municipal Professora Alcina Silva de Miranda puderam aprender na prática sobre o monitoramento da água do rio Doce, realizado pela Fundação Renova. Eles coletaram uma amostra de água do rio e realizaram testes que medem parâmetros de qualidade, como pH, turbidez e outros elementos. A ação aconteceu em junho, em um evento que celebrou também o Dia Mundial do Meio Ambiente.

O estudante Alexander Rocha foi o sorteado para ir de barco fazer a coleta da água junto da equipe de campo do programa. Acompanhado dos responsáveis, ele conta que foi um momento muito importante. “Eu coletei a água e aprendi sobre ela. Tiramos muitas fotos com um drone. Foi muito legal”, afirma.

Depois de realizar a coleta, ele relatou a experiência aos cerca de 20 colegas que o esperavam próximos às margens do rio. Os testes na água foram feitos na frente de todos os estudantes, que assistiram atentos às explicações. 

“Conversamos com os alunos sobre a importância da água para consumo e apresentamos as ações de monitoramento da qualidade da água bruta do rio Doce e da água tratada. Também mostramos os equipamentos utilizados durante as coletas de água e para o monitoramento, além de usarmos um kit que simula uma prática de análise de água”, conta Soraia Silva, analista socioambiental da Fundação Renova.

Outras atividades

Além da coleta no rio, as crianças participaram de brincadeiras, assistiram a um teatro sobre educação ambiental e acompanharam uma explicação sobre o trabalho do PMQQS.

“Os alunos tiraram dúvidas, participaram bastante, viram como é feito o trabalho de monitoramento. Acredito que a ação foi muito válida para o conhecimento deles”, afirma Débora Oliveira, professora da escola de Tumiritinga.



Fonte: Fundação Renova