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Publicado 24/11/2016

Porto de Vitória retoma operação integrada com ferrovia

Porto de Vitória retoma operação integrada com ferrovia
Depois de seis anos, o Porto de Vitória retomou a operação integrada com ferrovia. O primeiro transporte foi de milho importado, que chegou ao Terminal de Capuaba no início de novembro e foi levado para municípios do Triângulo Mineiro. Foram 31.7 mil toneladas que deram início à consolidação do uso de trens para transporte de graneis vegetais, granito e outros.

"A operação foi possível porque o Porto de Vitória hoje oferece melhor estrutura, agilidade operacional e melhor preço. Somos mais competitivos", explica o presidente da Codesa, Luis Claudio Montenegro. Ele acrescenta, ainda, que "após a conclusão da dragagem, com o acesso de navios maiores, do tipo Panamax, a meta é aumentar o volume de cargas".

A direção da Companhia está otimista e destaca que o Porto de Vitória disputa o mercado de maneira bastante arrojada: "Temos uma estrutura paga, modernizada e sem dever nada. Podemos e oferecemos melhores condições e preço. Assim provamos que o porto público é eficiente e competitivo", destaca Montenegro.

O início da reutilização do modal ferroviário em Capuaba se deu por meio de parceria com a empresa Vale Logística Integrada (VLI), especializada em logística de integração de portos, ferrovias e terminais. Nesta primeira operação o transporte foi feito pela Estrada de Ferro Vitória-Minas.

No Terminal de Capuaba está pronta, desde o ano passado, uma malha ferroviária que circunda os silos, onde os vagões são carregados, e segue pelos mesmos trilhos em que chegam, passando pelos bairros de Paul, Argolas e São Torquato, em Vila Velha, seguindo para Cariacica, pela Estrada de Ferro Vitória-Minas.

Para o superintendente de Projetos da Companhia, Walter Arruda, "a parceria com a VLI pode ampliar a hinterlândia do Porto de Vitória, já que a empresa está estruturada em cinco corredores: Centro-Norte, Centro-Sudeste, Centro-Leste, Minas-Rio e Minas-Bahia". O transporte ferroviário, além de oferecer um custo mais baixo, contribui para a redução no número de caminhões circulando nas rodovias e nas cidades, contribuindo, ainda, com a melhoria da segurança nas estradas e menor impacto ambiental.


Fonte: Assessora de Comunicação Codesa