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Publicado: 29/03/2011 13:15h

Projeto da Samarco é registrado pela ONU

Projeto da Samarco é registrado pela ONU

Empresa investiu R$ 38 milhões para substituir óleo combustível por gás natural e deixará de emitir 160 mil toneladasano de CO2

O fenômeno do aquecimento global é uma realidade cada vez mais presente nas pautas de discussões entre diversos setores da sociedade. E neste contexto, a Samarco Mineração desenvolve um amplo Programa de Gestão Ambiental, focado na redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE). A mais recente conquista aconteceu no início de dezembro de 2010, com o registro do Projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da empresa pela Convenção Quadro, sobre Mudanças Climáticas, da ONU. Trata-se do projeto de substituição do óleo combustível pelo gás natural no processo de queima dos fornos de pelotização de três usinas, localizadas na planta industrial de Anchieta (ES). Com a substituição, finalizada em outubro de 2010, a Samarco começou a reduzir as emissões de GEE, contribuindo para o combate ao aquecimento global.

Executivos holandeses visitam Porto de Ubú em busca de inovações Com o uso do gás natural, a empresa deixará de emitir o equivalente a 160 mil toneladas de gás carbônico por ano. "Com o registro na ONU, todos os gases do efeito estufa que a Samarco deixar de emitir nos fornos de pelotização poderão ser transformados em Redução Certificada de Emissões (RCE), o chamado crédito de carbono. Isso acontecerá após recebermos uma verificadora credenciada, que irá checar nosso sistema de  monitoramento de emissões nas usinas.", explica o analista de Meio Ambiente da empresa e um dos autores do projeto de MDL, Thales Crivelli Nunes.

O volume equivalente a 160 mil toneladas de gás carbônico, que deixará de ser emitido pela Samarco anualmente, poderá gerar para a empresa até US$ 2,5 milhões com a venda de créditos de carbono. E mesmo antes de iniciar sua participação no mercado, a companhia já vem recebendo propostas de potenciais compradores, de instituições financeiras, empresas de energia, consultorias, ONGs, entre outras.

 

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