Notícias - Fibria

Publicado 24/01/2014

Laboratório de Microscopia, Morfologia e Físico-química da Fibria passa por melhorias

Laboratório de Microscopia, Morfologia e Físico-química da Fibria passa por melhorias

A nova estrutura do laboratório na Unidade Aracruz foi inaugurada no final de dezembro, ampliando as possibilidades de pesquisa.

A partir das pesquisas realizadas no Centro de Tecnologia, a Fibria pode conhecer, dominar e desenvolver novas tecnologias desde a floresta, passando pelo processo industrial até a fabricação de papel, agregando valor ao negócio e aprimorando o atendimento às necessidades dos clientes. Essas pesquisas ganharam um reforço importante, com a inauguração, há cerca de um mês, da nova estrutura do Laboratório de Microscopia, Morfologia e Físico-química, na Célula 4 do Centro de Tecnologia da Unidade Aracruz (CT ARA).

A reestruturação do laboratório de microscopia teve início em 2011, após a mudança do laboratório de Biotecnologia (célula 5) do CT ARA para o CT Jacareí. De lá para cá, a estrutura passou por modificação do layout e adequação do desenho dos projetos civis. Em 2013, foi feita a reforma material para funcionamento do laboratório com toda a infraestrutura necessária, incluindo itens como água, vácuo, ar comprimido, bancadas, armários e compra de equipamentos, entre outros. Com as mudanças, diferentes especialidades estão reunidas em um mesmo laboratório, que permite o preparo de material para microscopia; pesquisas ligadas à morfologia das fibras; e também estudos voltados para a química úmida de preparo da celulose para confecção do papel. O espaço ainda possui um banco de papéis organizado com os mais variados tipos de papéis fabricados no mundo.

“Com essas modificações, foi possível agregar num mesmo laboratório atividades fins que estavam lotada sem outros laboratórios, centralizando as atividades com ganho de tempo, produtividade e espaço físico, permitindo mais efetividade e atendimento aos clientes”, destaca o coordenador do Laboratório de Aracruz, Agliberto Zanellato. “As atividades agora estão centralizadas em um mesmo laboratório, com estrutura específica e voltada para o que acontece com a fibra: como ela cresce, como se desenvolve na planta, qual a influência do processo durante as etapas de cozimento, branqueamento e secagem da celulose e como esta fibra se comporta durante a formulação de fabricação do papel, que é o produto principal dos nossos clientes”, complementa.

Saiba mais Entenda como funciona o trabalho em cada área do novo laboratório. Microscopia: Na microscopia, é possível acompanhar e avaliar o desenvolvimento morfológico das fibras desde os primeiros anos de vida da planta, medindo o comprimento, a largura, a espessura de parede e o número de fibras por área (medidos em uma lâmina cortada na seção transversal da madeira), com respostas da qualidade e produtividade dos clones plantados nas florestas da Fibria. É possível, ainda, estudar a estrutura do papel formado, os químicos e aditivos utilizados na preparação do papel e identificar possíveis contaminantes durante as etapas de produção, com uma capacidade de aumento de até 50 mil vezes o tamanho natural em uma foto de alta qualidade. Morfologia: No laboratório de morfologia, é possível acompanhar a morfologia de fibras, de modo a obter uma celulose com ganhos significativos em propriedades físicas e óticas para cada tipo de papel, mantendo a qualidade do produto da Fibria como um diferencial de mercado. Química: Na química úmida, é estudado o efeito das cargas positivas e negativas da fibra durante a preparação da massa para fabricação da folha de celulose e do papel. Estas cargas são responsáveis por atrair aditivos utilizados no processo de preparação da massa que agregam propriedades desejáveis ao papel como porosidade, lisura e maciez, entre outras, que são demandadas pelos clientes.

Fonte: Pauta 6 Comunicação