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Publicado 08/05/2020

Dia das Mães: a maternidade e suas diversas vertentes

Dia das Mães: a maternidade e suas diversas vertentes
Conheça a história de colaboradores da Suzano que exercitam o amor em todo o seu esplendor na missão de educar 

O sonho de ser mãe sempre fez parte da vida de Thais Campagnaro, de 33 anos, e virou realidade com o nascimento das filhas Beatriz, de 3 anos, e Liz, de 9 meses. Analista de Qualidade da Suzano, referência global na produção de bioprodutos a partir do cultivo de eucalipto, ela concilia a rotina profissional e o compromisso de educar.

“As minhas filhas são muito pequenas, mas desde cedo precisamos ter um cuidado para passar os valores e formar um adulto íntegro e de caráter. Tentamos proporcionar um ambiente de amor e tranquilidade, pois o amor é fundamental para formar adultos mais seguros e com empatia. Seres humanos que venham a fazer a diferença e contribuir para uma sociedade melhor”, pontua.

Em meio à felicidade de ver as filhas crescerem em um lar repleto de afeto e segurança, Thais reconhece que a tarefa não é fácil. “A rotina é pesada, mas é fundamental termos pessoas de confiança para nos ajudar. O amor que a gente tem pelos filhos é inexplicável, não há nada melhor que chegar em casa e ver a alegria e o brilho no olhar. Isso, definitivamente, não tem preço”.

E a alegria se estende ao Dia das Mães, data em que ela aproveita cada segundo ao lado das filhas. “Um momento especial. É prazeroso ver que você é uma pessoa tão importante. Nós, mães, representamos segurança, amor e conforto”.

Construir um ambiente seguro, confortável e repleto de amor é a missão de muitas mães. Um papel que vai muito além das convenções e que vem ganhando outras vertentes.

Exemplo dessas novas vertentes é José Roberto Mai Ribeiro, de 38 anos, que, mesmo sendo do gênero masculino, também se sente parte do Dia das Mães. Em um desafio de amor e responsabilidade, o analista de processos da Suzano teve a vida transformada com a chegada de Luiz Carlos Mai, 3 anos. “Tinha o sonho de ter filhos e a adoção aconteceu de forma natural, porém, é necessário ter a maturidade e o entendimento de que um filho é para a vida inteira”, conta.

Apesar de sozinho para exercer paternidade e maternidade, ele reconhece a força que recebe para conduzir a missão de educar. “Tenho apoio dos meus pais, irmãos e muitos amigos. Eles são peças importantes e que muito contribuem nesse processo de educação e formação do Luiz”.

E foi nessa diversidade de vivenciar os dois papéis que José Roberto se redescobriu na maior missão da vida. “É um desafio de amor e responsabilidade. Demanda muita disposição de aprender e se dar. Ao assumir essa responsabilidade, tinha consciência de que a minha vida teria uma mudança e que ele seria minha prioridade em relação a qualquer outra decisão pessoal ou profissional”, orgulha-se.


Fonte: P6 Comunicação